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Aspectos Fisicos Territoriais

Localização:

O  município de Paragominas está localizado no nordeste paraense,  possuindo aproximadamente 20.000 Km2 de área territorial, formada por  extensas florestas e belezas naturais, reflorestamentos, campos e  plantios agrícolas.  Paragominas ocupa uma posição geográfica  estratégica que confere vantagens inquestionáveis aos investidores  devido a facilidade de escoamento da produção através da rodovia  Belém-Brasília podendo alcançar o posto de Itaqui no Maranhão pela  ferrovia de Carajás ou através da Hidrovia do Capim, o porto de Vila do  Conde no Pará, porto brasileiro mais próximo em milhas náuticas dos  mercados consumidores da Europa, Estados Unidos e Caribe.

Dados Geográficos:

Região: Norte

Altitude: 90 m
Densidade Demográfica: 4,70 Km² hab
População: 90.753

Área da unidade territorial (Km²): 19.309,90

Limites:

Ao  Norte – Municípios de Ipixuna do Pará e Nova Esperança do Piriá a Leste  – Estado o Maranhão ao Sul – Municípios de Dom Eliseu, Ulianópolis e  Goianésia do Pará, a Oeste – Município de Ipixuna do Pará

Solos:

Os  solos existentes no Município incluem várias associações, a saber:  Latossolo Amarelo, textura muito argilosa, Latossolo Amarelo, textura  argilosa e Concrecionários Lateríticos; Latossolo Amarelo, textura  argilosa, Latossolo Amarelo, textura média e Areias Quartzosas. Há  presença de Solos Aluviais e Solos Indiscriminados nas áreas de várzea.

Vegetação:

A  vegetação originária do Município era representada pela Floresta Densa  da sub-região dos Altos Platôs do Pará-Maranhão, pela Floresta Densa de  Planície Aluvial e dos Ferraços. Entretanto, os constantes  desmatamentos, provocados pelo avanço da agropecuária na região,  reduziram, drasticamente, as grandes áreas cobertas pela floresta  original, dominadas, hoje, por extensas áreas de Mata Secundária  (Capoeira nos seus diversos estágios de desenvolvimento).
Topografia:

O  Município possui uma topografia onde os níveis altimétricos apresentam  pouca variação. Contudo, tais níveis se encontram em cotas mais  elevadas que a média dos municípios da Microrregião de Paragominas. A  referência que se tem é da sede municipal, onde a altitude alcança  cotas aproximadas de 40m. Entretanto, mais ao Sul do Município, essas  cotas crescem um pouco mais.

Geologia e Relevo:

A  geologia do Município é representada pela formação de Itapicuru, do   Cretáceo, que apresenta arenitos, predominantemente vermelhos, finos,  caulínicos, argilitos vermelhos laminados e calcário margoso  fossilífero.

Existe,  ainda, a presença de sedimentos do Terciário, Barreiras e Quaternários  subatual e recente. O relevo apresenta tabuleiros relativamente  elevados e aplainados, formas colinosas dissecadas, baixos tabuleiros,  terraços e várzea. Morfoestruturalmente, faz parte da unidade que se  convencionou chamar de Planalto Sul do Pará/Maranhão.

Hidrovia:

Existem  vários rios importantes no Município. Na porção Sudeste-Nordeste está o  rio Gurupi, que separa o Pará do Maranhão. Na sua margem esquerda,  aparecem vários afluentes, que se localizam no Município, tais como o  Gurupizinho, o Uraim, o Coaraci-Paraná, o Croantá e o Piriá. Em direção  oposta, no sentido Oeste, está o rio Surubiju, que limita o município  com Rondon do Pará e recebe uma série de igarapés na sua margem  direita, que pertencem a Paragominas. O rio Surubiju é, no Município, o  afluente mais importante do rio Capim.

O  Rio Capim é outro curso d’água de maior importância do Município e  serve de limite entre Paragominas e São Domingos do Capim. Primeiro  possui a direção Oeste-Leste, depois, a direção Norte, até chegar ao  paralelo de 3o, onde recebe o rio Candiru-Açu, seu último afluente da  margem direita dentro do Município, serra do Tambaú de limite natural  com São Domingos do Capim. O rio Uraim banha a sede do Município a  Noroeste.

Clima:

O  clima do município de Paragominas é do tipo mesotérmico e úmido. A  temperatura média anual é elevada, em torno de 25o C. O período mais  quente, com médias mensais em torno de 25,5o C, coincide com os meses  de primavera no hemisfério Sul, e as temperaturas mínimas diárias de  20o C, ocorrem nos meses de inverno no referido hemisfério (junho a  agosto). Seu regime pluviométrico fica, geralmente, entre 2.250 mm e 2.500 mm  anuais.As chuvas, apesar de regulares, não se distribuem, igualmente,  durante o ano, sendo de janeiro a junho sua maior concentração (cerca  de 80%), implicando grandes excedentes hídricos e, conseqüentemente,  grandes escoamentos superficiais e cheias dos rios. A umidade relativa  do ar gira em torno de 85%.

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